Onde está esse carro?
A concessionária liga perguntando por um chassi, e a resposta leva vinte minutos de caminhada pelo pátio — quando o carro não foi movido por alguém que não avisou ninguém.
“Ele estava no Platô 2… ou foi para a oficina?”
O WebPátio é o sistema de quem guarda carro dos outros. Ele sabe onde está cada veículo, prova o estado em que ele chegou e fecha o mês sem perder um dia de diária — do portão à cobrança.
Quem tem pátio conhece
Não é falta de gente boa. É que a informação está espalhada entre uma prancheta, um caderno, o WhatsApp do encarregado e a memória de quem estava lá naquele dia.
A concessionária liga perguntando por um chassi, e a resposta leva vinte minutos de caminhada pelo pátio — quando o carro não foi movido por alguém que não avisou ninguém.
“Ele estava no Platô 2… ou foi para a oficina?”
Carro que entrou e ninguém anotou não aparece na fatura. Carro que saiu e ninguém deu baixa continua cobrando. Nos dois casos o prejuízo só aparece meses depois, quando não dá mais para corrigir.
Sem foto e sem data, a discussão sobre avaria vira palavra contra palavra — e quem costuma pagar é o pátio, porque é ele quem estava com a chave.
“Quando chegou aqui já estava riscado.”
O carro foi embora na cegonha e a chave ficou pendurada no quadro. Ninguém percebe até o cliente ligar — e aí o carro está a duzentos quilômetros.
O sistema por dentro
Cada tela existe para um momento real da operação. As imagens abaixo são do sistema funcionando, com dados de demonstração.
A conferência começa pelo papel que veio com a carreta — o conhecimento de transporte ou a nota do veículo. Leia o QR ou o código de barras e o sistema reconhece sozinho qual dos dois é.
Depois é carro por carro, pelo chassi ou pela placa. A diária começa a contar nessa conferência, e não no dia em que alguém lembrar de lançar.
Uma lista com a posição de todos os veículos, a empresa que paga a diária, quantos dias cada um está no pátio e em que endereço do quadro está a chave dele.
A posição é sempre a última movimentação registrada — quem moveu, quando e para onde ficam no histórico do veículo.
Qualquer funcionário registra o que achou na vistoria, com foto. Transformar isso em custo para a concessionária é decisão do gerente, e passa por senha.
Um card por veículo, com todos os itens juntos: a concessionária responde uma vez pelo carro inteiro, na conversa que acontece dentro do próprio sistema — com as fotos à vista.
A contagem é feita pelo celular, andando pelo pátio. Se aparecer divergência, a segunda contagem mostra só os veículos que divergiram — o resto já está conferido e nem pode ser lido de novo.
Nada muda no estoque até alguém concluir. E o que fica sem decisão continua contando diária, porque o carro não sumiu do mundo: sumiu da vista.
O gerente monta a ordem com os carros que vão sair. No portão, quem tem autorização lê o chassi de cada um — se o carro não for daquela ordem, o sistema avisa antes de ele passar.
A autorização sai impressa, com os veículos, as datas e a linha de assinatura de quem levou.
A diária é contada do dia da entrada ao dia da saída, inclusive. Carro que atravessa a virada do mês aparece nas duas faturas, cada uma com os dias daquele mês — sem repetir e sem deixar buraco.
Do fechamento nasce a ordem de pagamento, que anda de enviada a paga sem ninguém precisar controlar por fora.
Receber carreta, vistoriar e contar inventário acontece no celular, com uma mão só e às vezes de luva. As telas de campo são desenhadas para isso.
Carro novo tem QR no para-brisa; carro usado não tem. Por isso tudo funciona igual pela placa — ler, procurar, guardar e liberar.
A parte que ninguém mostra
Sistema bom não é o que tem mais telas. É o que impede o erro caro de ser cometido — inclusive por quem está com pressa, no fim do turno, com o motorista esperando.
A saída só existe dentro de uma ordem, e só quem tem a permissão libera. Quem monta a ordem não é quem abre o portão.
O cálculo é do banco, não de planilha. Um mês fechado não muda mais, e refazer a fatura de meses atrás dá exatamente o mesmo número.
Registrar é de qualquer um. Cobrar exige gerente e senha, com justificativa que fica gravada junto.
Nada é aplicado enquanto o inventário não é concluído — e inventário que precisou de recontagem só fecha com a senha da dona.
Duas notas com o mesmo número da mesma empresa não coexistem. O sistema recusa antes, não descobre depois.
Movimentação só acrescenta. Empresa, veículo e contagem se inativam — nunca se excluem. O que aconteceu continua lá.
Implantação
Não é instalar um programa e entregar a senha. A operação de cada pátio é diferente, e o sistema se ajusta a ela — não o contrário.
Os platôs, as vagas que têm numeração e as que não têm, o quadro de chaves, as empresas que pagam diária e o valor de cada uma.
Os veículos que hoje ocupam o pátio entram com posição e — o que mais importa — com a data em que cada um começou a contar diária.
Cada pessoa com a própria conta e o que ela pode fazer. Quem recebe, quem vistoria, quem libera no portão e quem fecha o mês.
Do primeiro recebimento ao primeiro fechamento, com ajuste do que a operação de vocês pedir pelo caminho.
Conte quantos veículos você guarda e como cobra hoje. A gente mostra o sistema funcionando e diz, com franqueza, se ele resolve o seu caso.